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COLUNAS
Clívia Caracciolo - Clívia Caraccíolo é jornalista e advogada, nascida em Belém do Pará e cidadã do mundo. Antes de se estabelecer na Holanda, morou em Londres. Especialista em desenvolvimento sustentável, energias renováveis e mudanças climáticas, temas que atualmente está prestando consultoria, mas é apaixonada mesmo por jornalismo multimídia. Viciada em noticiários.
 
Nível educacional e profissional é termômetro para a admissão de imigrante
 
Data: 26/11/2008
 

Um estudo publicado nesta terça-feira pelo Instituto Científico do Partido Democrata-Cristão (CDA) recomendou que uma série de critérios passem a ser avaliados a fim de permitir a entrada de novos imigrantes na Holanda, provenientes de países de fora da União Européia.

De acordo com o departamento de pesquisa do CDA o resultado do estudo é uma combinação de dois ângulos: um em que os imigrantes são recebidos de coração e braços abertos e satisfazendo interesses mútuos, além de enfatizar a importância da liberdade de religião aos recém-chegados. O outro lança olhares críticos a pessoas sem nível educacional satisfatório que queiram ingressar no país.

A autora do estudo, Petra van der Brug resume: “ o tom da mensagem: é sinta-se bem-vindo, aceite suas responsabilidades e integre-se à sociedade holandesa, ou tire suas próprias conclusões.”

Comunicação

No entendimento do estudo Estimando o valor da Integração (Integratie op Waarden Geschat , em holandês) integração significa, antes de mais nada, que um pretendente (noivo ou noiva) “importado do exterior tem que saber falar e escrever inglês ou holandês para se comunicar, funcionar na sociedade”.

A situação que ocorre com grupos de imigrantes chegados no passado e que nunca aprenderam propriamente a língua do país representa “uma oportunidade perdida e que não pode ser corrigida compulsoriamente, daí o porquê de se concentrar energia na nova leva de imigrantes que está chegando”, de acordo com o relatório.

O casamento entre primos também ganhou destaque no documento. “Por razões de saúde pública, é recomendado que este tipo de união não seja aceito em território holandês”, como ocorre tradicionalmente em sociedades como a marroquina e turca.

Diploma profissional

Outro ponto destacado no estudo é a necessidade vital do imigrante ter um diploma profissional, nem que seja mínimo, adquirido em seu país de origem, do contrário, a proposta do instituto do CDA é de “barrar na porta de entrada o pretendente à residência”.

O mesmo deve ser aplicado a pessoas que vem para se unir a um parceiro que já tenha em ocasião anterior, se casado e depois se divorciado de um parceiro importado.

Sem deixar de mencionar o aspecto financeiro, a recomendação do relatório é de que a pessoa em questão possa se manter financeiramente e tenha anteriormente sido aprovada no teste de integração.

Rota Belga

O estudo propõe ainda que a chamada rota Belga seja fechada. Petra van der Brug afirma que a Bélgica, onde a regras de imigração são mais relaxadas, é o ponto de chegada dos importados. Lá eles passam uma temporada, para depois mais facilmente, ingressarem na Holanda com a ajuda de seus familiares e amigos. 

A autora diz ainda que “as propostas não vão por definição tornar impossível o casamento de noivos e noivas do Marrocos ou Turquia na Holanda”

A realidade mostra que uma boa parte de imigrantes chegados à Holanda da Turquia e do Marrocos é originalmente de povoados nas montanhas e eles são analfabetos. De acordo com a porta voz do Instituto, alguns recém-chegados que começam o curso de integração “levam de três a quatro meses só para aprender a segurar o lápis”.

O estudo com recomendações do Instituto Científico do CDA estava sendo esperado com ansiedade pela bancada. Internamente os assuntos imigração e integração estão produzindo sérios rachas nas facções.
Uma ala se inclina para adotar uma política linha dura enquanto que outra não quer ferir os brios religiosos de colegas e valiosos afiliados do partido.

 

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