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COLUNAS
Rodolfo Torres - Rodolfo Torres - Graduado em comunicação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), é jornalista e redator. Mora em Brasília desde 2005 e trabalha cobrindo política nacional.
 
O que é do povo
 
Data: 27/02/2007
 

Brasília - Nada consegue ser mais sábio do que o gosto popular. A prova disso é a opinião dos críticos, que sempre desaprova o que a grande mídia empurra garganta abaixo de todos nós, que é o que o povo realmente gosta.

Querem outra prova? O desprezo generalizado da população em relação à liberação de dinheiro por parte do Congresso Nacional. Nenhum brasileiro dá a mínima para o dinheiro liberado a ministérios, ao Palácio do Planalto, ou a quer que seja.

E esta é uma prova mais do que explícita da sabedoria popular. Afinal, o dinheiro público do Brasil nunca foi do povo brasileiro. Desde sempre e para toda a eternidade. O brasileiro paga imposto porque tem esta vocação na alma. Dinheiro que vai ao Estado, não volta. E por favor, todos nós sabemos disso muito bem.

A Câmara aprovou nessa segunda três medidas provisórias. Duas delas, liberaram, juntas, quase R$ 1 bilhão de reais. Um monte de ministérios por aí vão receber os seus milhões, sem nem ao menos contarem com a atenção popular.

Dizem que uns R$ 90 milhões, mais ou menos, vão para os jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro. Não importa. Na verdade, ninguém tem a menor paciência para ficar contando fortunas que nunca lhe pertenceram. Muito mais urgente é contabilizar as dívidas e tentar negociar com os credores, que teimam em aumentar com o passar dos anos.

Eu até que poderia especificar o número das medidas provisórias e a quantidade exata destinada a cada ministério e à Presidência da República. Mas não vou fazer isso. Creio que chega a ser até um direito nosso sonhar um pouco com o dinheiro que vai aos ministérios, e que não volta, e que se perde, e que é esquecido por todos.

A nossa falta de cuidado com o dinheiro público revela que não sentimos que este é um dinheiro nosso, e como tal pode ser perder aos montes nos corredores sombrios da administração pública. O que não é nosso não merece o menor cuidado.

Triste de quem não enxerga e respeita a sabedoria do povo. O que o povo tem com os bilhões liberados para os ministérios? Nada. Este dinheiro não será, nem daqui a quinze encarnações, patrimônio do povo do Brasil. Então, se não é da conta do povo, para quê se incomodar?

O povo, que não é bobo, muito pelo contrário, que é bastante sábio, tem algo muito melhor para se preocupar do que o dinheiro que nunca será seu: o paredão do Big Brother. Eu ainda acho que o Alemão vai ganhar a disputa. E como a maioria dos brasileiros, não vou com a cara nem do negão, nem do caubói.

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