Faça do Brasileiros na Holanda a sua página inicial
Anuncie Aqui Anuncie Aqui
logo banner
 Clima   Traffic  moeda positivo Como anunciar
setinha Aprenda Holandês
setinha Classificados
setinha Como chegar
setinha Entrevistas
setinha Ferias escolares
setinha Forum de discussão
setinha Indique o site
setinha Integração Civil
setinha Livro de visitas
setinha Missas em português
setinha Promoções telefônicas
setinha Revista
setinha Turismo
setinha Viagem de menores
setinha Vídeos
Press award

COLUNAS
Rodolfo Torres - Rodolfo Torres - Graduado em comunicação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), é jornalista e redator. Mora em Brasília desde 2005 e trabalha cobrindo política nacional.
 
Governo afina discurso sobre crise nos EUA
 
Data: 20/03/2008
 

 

Brasília - Diante de um cenário nebuloso na maior economia do planeta, o discurso do governo brasileiro é um só: a economia do país não será afetada a curto prazo, apesar de, nas palavras do ministro da Fazenda, o dólar estar “derretendo”.
 
“Se tem uma recessão nos Estados Unidos, obviamente que vai trazer problemas para todos os países. Hoje, nós não dependemos apenas de um país, e nem de dois. Nós hoje temos uma relação comercial muito diversificada e, portanto, o Brasil está com muita solidez", afirmou o presidente Lula. 
 
“A economia vai continuar crescendo, a agricultura vai continuar crescendo, e sobretudo, a indústria vai continuar crescendo para gerar mais empregos”, disse o otimista presidente nessa quinta-feira (20), em discurso realizado em Santa Catarina.
 
A opinião do presidente coincide com a do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e com a do ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge. Ambos trataram de espantar os fantasmas externos de um cenário econômico desfavorável e exaltar a solidez das reservas do país. Para Coutinho, “a crise não chegou” ao país, tendo em vista que “a decisão de investimento continua firme”.
 
“Trabalhamos com o mesmo cenário de R$ 180 bilhões para as exportações”, complementou Jorge, acrescentando que é necessário “estimular a atividade industrial”.
 
Contudo, para o economista americano Alan Greenspan, ex-presidente do Federal Reserve (Fed), equivalente ao Banco Central dos Estados, o cenário é um pouco pior do que o pregado pelo governo do Brasil. “A atual crise financeira nos Estados Unidos será verdadeiramente julgada como a mais grave desde o fim da Segunda Guerra mundial", diz Greenspan em artigo publicado no jornal inglês Financial Times. 
 
De acordo com o americano, a recessão na economia de seu país "chegará ao fim quando o preço dos bens imobiliários se estabilizar e, com ele, os preços dos produtos financeiros endossados em empréstimos hipotecários." 
 
Enquanto isso, o presidente Lula, um homem de palanque por excelência, aproveitou para alfinetar a oposição que, em suas palavras, prejudicou “o povo pobre deste país” ao rejeitar a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) em dezembro passado. O chamado “imposto do cheque” renderia, apenas em 2008, cerca de R$ 40 bilhões aos cofres da União. 
 
O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, divulgou nessa quinta a arrecadação do mês de fevereiro da União. Segundo ele, o valor chegou a R$ 48,1 milhões, o que representa 10,23% a mais do que a registrada no mesmo período de 2007. Ou seja, um recorde para o mês.
 
Tenho sorte porque a economia está crescendo e porque o governo está arrecadando mais, a cidade arrecada mais, o estado arrecada mais, o governo federal arrecada mais e eu vou fazer as políticas que eles quiseram me impedir, mesmo sem a CPMF”, afirmou o petista. 
Share
 
Comente a coluna
Comentários


Relacionadas:
    Não há colunas relacionadas

 

Siga-nos Facebook Twitter Orkut
publicidade publicidade
publicidade publicidade
publicidade publicidade
publicidade publicidade
publicidade publicidade
publicidade publicidade
publicidade publicidade
Revista:
revista

Video:


 
Importante: Todas as colunas são de única e exclusiva responsabilidade dos seus autores, não refletindo a opinião dos mantenedores deste portal.
setas
Site criado e mantido por Marcia Curvo.Todos os direitos reservados. Reprodução proibida ©2010.
Para anúncios ou sugestões entre em contato conosco por e-mail.
Telefone: (31) (0)6 18 200 641