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Rodolfo Torres - Rodolfo Torres - Graduado em comunicação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), é jornalista e redator. Mora em Brasília desde 2005 e trabalha cobrindo política nacional.
 
Governo lança pacote habitacional para reduzir desemprego
 
Data: 27/03/2009
 

 

Preocupado com o crescimento do desemprego e o desaquecimento da economia, o governo brasileiro lançou nesta quarta-feira (25) um ambicioso programa habitacional popular. 
 
Anunciado pela pré-candidata do PT à sucessão presidencial do próximo ano, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), o programa “Minha Casa, Minha Vida” financiará a construção de um milhão de casas para famílias com renda mensal de até 10 salários mínimos. 
 
O governo vai desembolsar $ 34 bilhões para realizar o programa. Estima-se que as regiões Sudeste e Nordeste devem ficar com 71% das moradias. 
 
“Isso é um programa adicional, é um programa quase que emergencial, como resposta de um lado para cumprir um enfrentamento à crise econômica mundial, resolver parte dos problemas da moradia de alguns brasileiros e, ao mesmo tempo, fazer com que a gente gere muitos empregos, para gerarmos renda e para gerarmos uma movimentação maior na economia brasileira”, afirmou o presidente Lula, durante a inauguração do programa. 
 
O governo pretende construir 400 mil casas para famílias com até três salários mínimos, 400 mil casas para as famílias com renda de três a seis salários mínimos; e 200 mil para as famílias com renda entre seis e dez salários. 
 
Contudo, o presidente já avisou que o programa não será concluído em seu mandato. “Ninguém me cobre que nós vamos fazer um milhão de casas em dois anos.” 
 
“Se tudo estivesse pronto, se a gente tivesse a regularização fundiária feita, se a gente já soubesse quais os terrenos das prefeituras, se a gente já soubesse quais os terrenos nos estados, se a gente soubesse, definitivamente, se tivesse tudo arrumado, nós poderíamos fazer em dois anos, ou um pouco mais”, explicou o petista. 
 
Por sua vez, a oposição criticou a medida. Para o senador Sérgio Guerra (PE), presidente nacional do PSDB, o programa é um “pactóide habitacional”. “Esse tipo de pacote não pode ser apenas para momentos de crise. Habitação e saneamento devem ser elementos de preocupação permanente para a qualidade de vida do brasileiro”, afirma o parlamentar em nota. 
 
“O PSDB, assim como arquitetos, urbanistas, ambientalistas e até empresários da construção, avalia o pacote, tomado às pressas e sem estratégias definidas, como mais um plano de caráter emergencial com toque de marketing”, complementa. 
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