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Rodolfo Torres - Rodolfo Torres - Graduado em comunicação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), é jornalista e redator. Mora em Brasília desde 2005 e trabalha cobrindo política nacional.
 
Ricos e classe média sofrem mais com a crise
 
Data: 10/04/2009
 

 

Pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nessa quarta-feira (8) afirma que a atual crise financeira internacional atinge mais intensamente os brasileiros mais ricos e com maior grau de qualificação. Segundo o estudo, a turbulência financeira global empurrou uma camada da classe média para camadas econômicas mais baixas. 
 
Conforme afirma a pesquisa, a classe AB, com renda mensal superior a R$ 4.807, diminuiu 3,2% entre janeiro e fevereiro deste ano. Já a classe C, com renda mensal entre R$ 1.115 e R$ 4.807 recuou 2,1 no mesmo período. 
 
“Estes números comprovam que a crise bateu forte entre os profissionais qualificados e com salários mais altos", explicou o economista Marcelo Néri, responsável pela pesquisa. 
 
A FGV também constatou que a crise internacional fez com que aumentassem os integrantes das classes D (com renda mensal entre R$ 804 a R$ 1.115) e E (com renda mensal de até R$ 804). Segundo o economista, esse aumento é negativo porque demonstra “uma queda social das pessoas”. 
 
Outra constatação da pesquisa é a de que as chances de um brasileiro cair da classe média alta para camadas sociais inferiores aumentou seis vezes. “Com o aumento das classes baixas, amplia a distância entre ricos e pobres", destaca Néri. 
 
Já outro estudo, dessa vez da Confederação Nacional de Municípios (CNM), afirma que a crise financeira internacional impedirá que R$ 8 bilhões dos cofres do governo federal sejam destinados às prefeituras brasileiras. Segundo a CNM, originalmente o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para 2009 previa que as prefeituras receberiam R$ 58,2 bilhões. Agora, a reestimativa do governo aponta que os municípios receberão R$ 50 bilhões por meio do FPM. 
 
Conforme explica a entidade municipalista, dois impostos federais que servem de base para o cálculo do FPM – o Imposto de Renda e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - somarão R$ 212,8 bilhões neste ano, “gerando um valor bruto de FPM de R$ 50 bilhões”. 
 
Com o aumento do desemprego, a arrecadação do Imposto de Renda despencou. Além disso, o governo teve de deixar de cobrar o IPI sobre automóveis para incentivar as vendas do setor e conter a onda de demissões nas indústrias. 
 
“A crise tende a ficar ainda mais aguda nos próximos meses. Os prefeitos precisam ficar atentos para se adaptar ao cenário de crise que se abate sobre as finanças municipais”, afirmou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. 
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