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Rodolfo Torres - Rodolfo Torres - Graduado em comunicação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), é jornalista e redator. Mora em Brasília desde 2005 e trabalha cobrindo política nacional.
 
Governo brasileiro quer aumentar salário mínimo para R$ 506 em 2010
 
Data: 16/04/2009
 

 

O governo encaminhou nessa quarta-feira (15) ao Congresso a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano. Segundo a proposta, o salário mínimo do brasileiro em 2010 será de R$ 506,44. Atualmente, o mínimo é de R$ 465. 
 
Conforme explicou em entrevista coletiva o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o aumento do mínimo a partir de janeiro do próximo ano não vai alterar o contingenciamento de R$ 21,6 bilhões no orçamento de 2009. Essa retenção de investimentos ocorreu em virtude da atual crise financeira internacional. 
 
O governo também reduziu a meta do superávit primário (economia realizada pela administração pública para pagar os juros da dívida pública) para 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Inicialmente, essa economia estava prevista a um percentual de 3,8%. 
 
A redução foi possível por conta da redução da meta de superávit do governo federal, estados e municípios. Além disso, a Petrobras foi retirada do cálculo do superávit primário deste e do próximo ano. Com isso, a estatal terá cerca de R$ 30 bilhões a mais para realizar investimentos nesses dois anos. 
 
Além disso, a LDO de 2010 prevê que o crescimento da economia brasileira em 2010 será de 4,5%. Por sua vez, a inflação oficial no próximo ano também está estimada em 4,5% pela lei enviada hoje ao Congresso. 
 
Diante do cenário de turbulência nas finanças internacionais, a oposição considerou a projeção de crescimento do governo uma “irresponsabilidade”. Para o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, está “literalmente delirando quando ele fala em crescimento de 4,5%”. Meu Deus, como é que uma pessoa pode, como técnico, fazer uma afirmação tão absurda?", questionou. “O ministro Mantega deve tomar um remédio para baixar a temperatura, porque está com febre, e da pesada. E febre excessiva mexe com tudo", complementou o oposicionista. 
 
Por sua vez, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), está agindo de acordo com a reação do país aos efeitos da crise internacional. "O governo continua acreditando na recuperação parcial da economia e, para o próximo ano, vamos trabalhar com a meta de quatro a quatro e meio por cento", disse o peemedebista, deixando escapar uma declaração menos otimista. "Se for possível, ótimo. Se não for possível, vamos ajustar essa meta." 
 
Já o presidente Lula também demonstrou otimismo em relação à situação brasileira diante da atual crise financeira mundial. Segundo Lula, o Brasil “é o país que está mais sólido no mundo, hoje”. “Nós temos um sistema financeiro sólido, nós fizemos a política anticíclica que alguns não conseguiram fazer ainda”, explicou em entrevista à Radio Globo. 
 
Na ocasião, o petista admitiu que trabalha para lançar a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, como candidata do PT nas eleições presidenciais de 2010. “Todo mundo sabe que eu tenho intenção de fazer com que a companheira Dilma seja a candidata do PT e dos partidos. Agora, se ela vai ganhar, é uma tarefa que vai depender do trabalho de cada brasileiro e de cada brasileira”, afirmou. 
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