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COLUNAS
Rodolfo Torres - Rodolfo Torres - Graduado em comunicação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), é jornalista e redator. Mora em Brasília desde 2005 e trabalha cobrindo política nacional.
 
Nossa bandeira
 
Data: 03/07/2010
 

 

Crônica de desclassificação de Copa do Mundo é sempre triste. Principalmente porque tinha a certeza de que nós faríamos quatro gols... E dentre os consolos que estamos a produzir no Brasil sobre mais essa derrota num campeonato mundial de futebol, o que mais merece destaque é aquele que diz: melhor perder para a Holanda nas quartas do que para a Argentina na final.

É verdade. Não sei se teria condições de assistir a uma final entre Brasil e Argentina. Se isso viesse a acontecer, provavelmente olharia para a TV de tempos em tempos, apenas para saber quantos minutos de jogo ainda teriam até ao apito final. Seria uma eterna agonia de 90 minutos e com um resultado que provavelmente nos exporia a uma eterna aporrinhação por parte dos nossos estimados vizinhos.

Melhor assim. A Holanda mereceu o resultado e agora faço votos que essa simpática seleção chegue ao título. Por bem da verdade, estou torcendo para que o Uruguai vença o mundial. Sim, nossos irmãos uruguaios têm a minha humilde torcida nessa hora tão dolorosa para a nação brasileira. Mas reconheço que a Holanda tem mais time para levantar o caneco.

Contudo, não é da tristeza que assola a pátria brasileira que quero falar nessas linhas; nem muito menos sobre futebol. A Copa do Mundo também serviu para eu me reencontrar com minha bandeira do Brasil. Trata-se de uma bandeira que comprei em 2004, antes de passar uma temporada por terras gélidas da América do Norte.

Como brasileiro, meus sentimentos patrióticos se afloram em épocas futebolísticas. E isso significa que só retiro minha bandeira de dentro de uma velha mala de viagens de quatro em quatro anos. E, apesar de amaassada, sempre me encanto com sua beleza...

Pois bem. Estamos fora do mundial. Caímos sem glória. Mas me reencontrei com minha bandeira, que não ficará tão ausente porque a usarei com mais frequência. Deveria tê-la retirado em outras ocasiões igualmente especiais, como quando o Congresso brasileiro derrubou, em 2007, a prorrogação da cobrança da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira); quando o meu Alecrim Futebol Clube conseguiu uma histórica classificação para Série C do Campeonato Brasileiro; ou quando resolvi dedicar parte de meu tempo a entender os mistérios náuticos.

Prometo que a verei estendida em ocasiões tão especiais quanto ver o escrete cabarinho em um campeonato mundial. Uma delas, certamente, será quando visitar a Holanda; país que mereceu ganhar do Brasil nesta fatídica sexta-feira de julho.

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Mirian Leite - 00/00/0000
Adorei!
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