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Rodolfo Torres - Rodolfo Torres - Graduado em comunicação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), é jornalista e redator. Mora em Brasília desde 2005 e trabalha cobrindo política nacional.
 
Crise faz Brasil baixar taxa de juros ao menor valor da história
 
Data: 03/05/2009
 

 

Até que enfim temos um efeito positivo da crise financeira internacional no Brasil. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nessa quarta-feira (29) reduzir um ponto percentual a taxa básica de juros da economia, a Selic, que passou de 11,25% para 10,25% ao ano. Esta é a menor taxa de juros da história do país. De acordo com nota divulgada, a decisão tem por objetivo aumentar “o processo de distensão monetária”. 
 
"Avaliando o cenário macroeconômico e visando ampliar o processo de distensão monetária, o Copom decidiu reduzir a taxa Selic para 10,25% a.a., sem viés, por unanimidade", afirma nota do Banco Central. 
 
Principal instrumento para o controle da inflação, a taxa básica de juros do país segue uma tendência mundial de queda em virtude da atual crise financeira internacional. Uma das consequências diretas da redução na taxa de juros é o acesso facilitado ao crédito, que, por sua vez, impulsiona o consumo. 
 
“E, pra variar, resta saber se e quanto a nova redução, a da base do sistema financeiro, será repassada para a ponto do crédito bancário, da produção e do consumo”, afirma o jornalista Joelmir Beting, ícone da análise econômica nacional. 
 
Em dezembro do ano passado, a taxa básica de juros estava em 13,75%. Já em janeiro deste ano, com o agravamento da crise financeira, o Copom reduziu a taxa para 12,75%. 
 
Poucas horas antes de a taxa de juros ser anunciada, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou mais um estudo sobre os efeitos da turbulência financeira internacional no país. Apenas no primeiro trimestre de 2009, a produção industrial brasileira caiu para 36,1 pontos. Esse é o pior nível desde 1999. 
 
“O acesso ao crédito continua difícil, inclusive para as grandes empresas. Entre as pequenas empresas ele se tornou mais difícil, reflexo do aumento da competição com empresas de maior porte pelo crédito doméstico. Os maiores custos e dificuldades de obtenção de capital de giro, associados a estoques elevados, têm provocado a deterioração da situação financeira das empresas industriais e a redução de suas margens de lucros.”, afirma a pesquisa. 
 
“A alta carga tributária continua sendo o principal problema enfrentado pela indústria no trimestre. Não obstante, o percentual de empresas afetadas pela falta de demanda cresceu consideravelmente e esta opção passou a ocupar a segunda posição entre os principais problemas. Em terceiro lugar tem-se a competição acirrada do mercado, suplantando a taxa de juros que era o terceiro principal problema para as médias e grandes empresas no último trimestre de 2008”, complementa o estudo da confederação. 
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