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Rodolfo Torres - Rodolfo Torres - Graduado em comunicação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), é jornalista e redator. Mora em Brasília desde 2005 e trabalha cobrindo política nacional.
 
MPF deve levar em consideração a biografia do investigado, avalia Lula
 
Data: 24/07/2009
 

O presidente Lula pediu nessa quarta-feira (21) ao novo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que as investigações do Ministério Público Federal (MPF) levem em consideração a “biografia de quem está sendo investigado”.

“A única coisa que eu peço é que uma instituição que tem o poder que tem o Ministério Público brasileiro, garantido pela Constituição, tem o direito [dever] e a obrigação de agir com a máxima seriedade, não pensando apenas na biografia de quem está fazendo a investigação, mas pensando, da mesma forma, na biografia de quem está sendo investigado”, afirmou Lula durante a cerimônia de posse de Roberto Gurgel à frente da Procuradoria Geral da República.

No mês passado, Lula chegou a afirmar que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), não poderia ser tratado como uma “pessoa comum” por sua biografia. Sarney é acusado de envolvimento nos atos secretos do Senado e reponde a uma série de representações no Conselho de Ética daquela Casa.

Ainda na posse do procurador-geral, o petista aproveitou para criticar a imprensa que, segundo ele, condena antes de o acusado ser julgado. “No Brasil, dependendo da carga de manchetes da imprensa, a pessoa já está condenada. Depois, não adianta ser absolvida, porque não valeu nada aquilo, a pessoa já está condenada. Então, é importante que a gente tenha essa responsabilidade e faça as coisas com a maior lisura.”

Por sua vez, Roberto Gurgel destacou a necessidade de autonomia do Ministério Público para que ele possa cumprir seu papel e contribuir para o aprimoramento da Justiça nacional.

“Assim, o legislativo, o executivo e o judiciário podem contar com a firme colaboração do Ministério Público para o desempenho de suas missões constitucionais e podem estar certos de que o Ministério Público, a despeito de não se afastar do exato cumprimento do dever de apurar desmandos e desvios na conduta dos agentes públicos, não se prestará a servir de instrumento do enfraquecimento institucional de qualquer dos poderes, por todos os motivos indesejável para a democracia e, por isso mesmo, contrário aos mais altos interesses da sociedade brasileira”, afirmou o novo procurador-geral. 

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