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COLUNAS
Raphael Curvo - jornalista, advogado e comunicador
 
Brasil devasso
 
Data: 09/09/2017
 

Chegamos a um ponto de imoralidade governamental e política que fica difícil acreditar que exista mais fundo no poço da imoralidade. É devastador o que está acontecendo por todos os cantos do País. É dinheiro nas malas, nas cuecas, nas meias, nos bolsos dos paletós, em caixas, em sacolas, em mochilas, em bolsas e tudo o mais possível de carregar os resultados monetários das propinas que são frutos das relações promíscuas entre funcionários públicos, governo e empresas que se utilizam, para se locupletar, do mau-caratismo da enorme maioria daqueles que participam do governo em todos os níveis. Nessa história toda, ainda há aqueles que permanecem na crença de que essa monstruosidade de acontecimentos nada tem a ver com a formação e construção de um sistema operacional da criminalidade pelo grupo que dominou o País nos últimos 15 anos. Até pacto de sangue ocorreu e por essa causa, muitas malas de dinheiro ainda vagam pelos apartamentos, sítios, fazendas e bancos no exterior. Foi um pacto de sangue, mas do sangue do povo brasileiro.

Prender bandidos do colarinho branco se tornou a meta da Polícia Federal e da justiça brasileira, mas será algo interminável em razão da péssima qualidade da educação familiar, social, no aprendizado escolar e da índole de grande parte do povo brasileiro, tendenciosa aos malfeitos. A formação profissional tem ligação direta com estes indicadores. O tempo e produção gasto por quatro trabalhadores nacionais equivale a força de trabalho de um americano. É uma enorme discrepância que resulta em altos custos ao produtor do Brasil, isto sem se referir à qualidade do que é produzido. Muitos dirão que o Brasil exporta carros de alta performance para todo o mundo, mas acontece que são praticamente produzidos via inteligência artificial e com os custos fixos dessa automação pagos só pelos brasileiros. Até nesta área tivemos a geração de propinas com normas do setor automobilístico sendo elaboradas, sob encomenda, pelos senhores deputados, senadores e presidente.

A estrutura de governo está toda comprometida, não somente pelas falcatruas e rapinagens que são   descobertas todos os dias, mas também pela incompetência administrativa. Isto, provada com a falta de propostas de impacto desenvolvimentista e pela carência e ausência de pulso e moralidade para impor um ritmo de crescimento que o Brasil necessita. É um governo submetido a vontade de inúmeros parlamentares consumidores de negociatas e ávidos pelos cargos em todos os escalões. O Governo está vendendo o almoço para poder jantar e,não bastasse a falta de ações, imprime, ao estilo petista de ser, a disseminação de projetos enganadores e ilusórios que aos poucos são protelados e passam despercebidos pela população. Para isso liberam dinheiro de vários fundos para desviar a atenção e pressão da situação caótica de nossa economia que mal terá recursos para atender as necessidades básicas da Nação nos próximos meses. Tentam, através de vendas de ativos públicos a qualquer custo, fazer caixa e dar sustento mínimo a manutenção do Estado. O Brasil depende de um gestor, o momento não é para politicagem.

O mais sério de todos os acontecimentos é a passividade consentida, do Tribunal Superior Eleitoral – TSE, em aceitar os abusos praticados pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em deslavada campanha eleitoral comandada pelo chefe da ORCRIM, o condenado Lulla da Silva. Este contumaz infrator da lei, perambula pelo Nordeste a fazer, muito à vontade, comícios em praça pública de várias capitais e cidades. Está consumindo dinheiro que é retirado do bolso do povo pelos sindicatos, somados aos do Instituto Lulla, para essa gastança e promoção de circo dos horrores, composto por artistas do quilate de uma Gleise Hoffmann, ré na Lava Jato. Onde está o ministro que se diz defensor do respeito às leis, o sr. Gilmar Mendes, candidato pela coligação PT – PMDB ao governo do Estado de Mato Grosso ou ao Senado. Somos ou não somos um País de libertinos, licenciosos, um Brasil devasso.

 

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