Faça do Brasileiros na Holanda a sua página inicial Compartilhe Compartilhe
Anuncie Aqui Anuncie Aqui
logo banner banner banner
 Clima   Traffic  moeda positivo Como anunciar
setinha Aprenda Holandês
setinha Classificados
setinha Como chegar
setinha Entrevistas
setinha Férias escolares
setinha Forum de discussão
setinha Indique o site
setinha Integração Civil
setinha Livro de visitas
setinha Missas em português
setinha Promoções telefônicas
setinha Revista
setinha Turismo
setinha Viagem de menores
setinha Vídeos
Press award

COLUNAS
Raphael Curvo - jornalista, advogado e comunicador
 
O mito queda na realidade
 
Data: 11/11/2011
 

 

A doença de Lulla, que não desejo nem mesmo para ele, trouxe ao “mito” criado por um grupo de jornalistas pelegos, mais interessado no culto ao líder, duas mensagens ao personagem das bravatas. A primeira é de que o tão desejado nível divino ainda não foi alcançado, o qual já estava certo em ter atingido e agora, com toda certeza, vai acelerar para atingi-lo em vida em uma luta quixotesca. A segunda mensagem serve para apresentar a dura realidade a ele daquilo que não realizou em oito anos de “passeios” com o trono de governo. Ao ter plano de saúde e outros recursos mais, advindos diretamente da sua posição de presidente, fica límpida a sua desconfiança no atendimento público ao qual, com bravatas, na inauguração de uma das UPAs disse “que tenho até vontade de ficar doente”. Pois bem senhor ex presidente, chegou a hora. A “UPA” é toda sua, sirva-se dela a vontade.
 
Em artigo em seu blog, salvo engano, Gilberto Dimenstein se disse enojado pela enorme quantidade de e-mails recebidos falando que o Lulla teria que se socorrer no SUS, a quase perfeita saúde. E por que não? Seria até interessante ele conhecer de fato a “perfeição” de atendimento do SUS oferecida pelo seu governo e que ainda aí está. Não estou aqui para condenar a atitude de buscar pelo melhor atendimento, acho isto um direito de todos que podem. O que condeno é que este homem chamado Lulla passou oito anos governando via marketing. Tudo ficou sem ser concretizado, nada foi terminado e o que foi iniciado era apenas para servir de propaganda eleitoreira e de construção de uma liderança que na verdade foi construída com a distribuição deslavada de dinheiro público para a divinização de sua imagem.
 
Sempre condenou a elite, em todos os sentidos, e agora busca socorro com a elite da saúde no Brasil. Como dizia alguns anos atrás, os “hospitais de ricos” só atendem a saúde dos ricos. Queimou a língua por muito falar. Não podemos esquecer as crianças e idosos que morreram por este País, e ainda morrem, pelas precárias condições do atendimento público do nosso sistema de saúde. Estes acontecimentos estão nos jornais e noticiários diários das televisões. Lulla foi sim relapso e leniente com estes fatos pela sua falta de atitude quando governante. Não há porque derramar lágrimas ou ficar sensibilizado pelo Sr. Lulla e com isso esquecer as mazelas ainda em vigor na saúde.
 
Dispôs, a seu bel prazer, durante oito anos do dinheiro público para manter suas viagens e mimos palacianos melhor que a rainha da Inglaterra. Usurpou dos cargos e recursos públicos para promover a imoralidade política do País com aliciamento, apadrinhamento, aparelhamento, mensalão, doações ilegais e imorais de dinheiro da Nação brasileira para “hermanos” bolivianos, africanos e outros, além das distribuições, para compra de apoio partidário, de emendas e obras que desrespeitaram normas legais que exigiam licitações e por aí vai.  O seu grupo de apoio sempre teve um "Q" de kadafismo e a vontade de se tornar um Kadafi tupiniquim foi grande, mas sempre contida pela imprensa e alguns abnegados homens de valor de nossa política. 
   
Dimenstein julga Lulla conivente com a corrupção, mas que nunca quis ser um ditador. A conivência com a corrupção é do conhecimento geral, mas que pela ignorância da população ante o seu mal e a metástase desse câncer na vida econômica e social de cada um, jamais foi motivo de negação. Quanto o lado ditatorial sempre foi presente nas suas ações. O “governo sou eu” e tudo era feito a sua maneira assim como é hoje no Partido dos Trabalhadores-PT. Faz e desfaz do partido quando e como bem entender, o mesmo que Paulo Maluf com o PP, Temer com o PMDB, finado Brizola, hoje o Lupi, com o PDT, o triunvirato FHC, Serra e Alckmin com o PSDB e outras pequenas siglas de aluguel. Confesso que como cristão, sou solidário ao ser humano, seja ele Lulla ou outro qualquer, mas não sou solidário com a figura política e de homem social que existe na pessoa dele. Deveria sim, ser tratado em hospitais do SUS para o “mito” quedar na realidade.
Share
 
Comente a coluna
Comentários


Relacionadas:
    Não há colunas relacionadas

 

Siga-nos Facebook Twitter Orkut
publicidade publicidade
publicidade publicidade
publicidade publicidade
publicidade publicidade
publicidade publicidade
publicidade publicidade
publicidade publicidade
publicidade
publicidade
Revista:
revista

Video:


 
Importante: Todas as colunas são de única e exclusiva responsabilidade dos seus autores, não refletindo a opinião dos mantenedores deste portal.
setas
Site criado e mantido por Marcia Curvo.Todos os direitos reservados. Reprodução proibida ©2010.
Para anúncios ou sugestões entre em contato conosco por e-mail.
Telefone: (31) (0)6 18 200 641