Bom-dia!
Quando fiz meus estudos nos USA, aceitei o desafio de fazer uma pequena apresentação sobre Einstein. “Essa língua de fora dará uma ótima introdução”, pensei enquanto olhava o cartão postal que estava comprando; nele, a foto mais famosa e excêntrica daquele gênio.
Eu não precisava fazer um trabalho muito extenso, contudo, para fazê-lo, já que me era possível, visitei o seu pequeno museu em New Jersey, a universidade de Princeton, onde trabalhou, e passei pela rua de sua última residência, uma casa muito linda e simples, por sinal.
Aqui na Holanda, Einstein também se fez muito presente numa universidade em Leiden; antes mesmo de publicar a sua revolucionária teoria da relatividade. Ele ainda visitou a casa de Baruch (Benedict) de Spinoza, filósofo do século 17 que muito admirava. A assinatura de Einstein pode ser encontrada no livro de visitas da casa de Spinoza en Rijnsburg, vila próxima a Leiden.
O psiquiatra e psicoterapeuta Dr. Augusto Cury [o autor mais lido do século!], no livro “O código da inteligência e a excelência emocional”, 2ª, edição, pg. 185, no tópico ‘Os seis tipos de raciocínio’, nos informa que quando o gênio da relatividade desencarnou, o seu cérebro foi furtado por um médico, não somente para ser estudado, mas para servir como legado para a humanidade. Citando as palavras do autor:
‘[...] Atitude ingênua! Existem córtices cerebrais privilegiados que têm uma capacidade de armazenamento de dados bem acima da média. Mas um armazém cerebral abarrotado de informações jamais determina uma capacidade de construir brilhantes ideias, argutos ‘insights’, conhecimentos novos que rompem o cárcere da mesmice. Nem muito menos determina os mais altos níveis de raciocínios, como estudaremos.
Os principais segredos da mente de Einstein estavam nos códigos que decifrou através do pensamento multiangular e não no seu córtex cerebral. Estavam na sua capacidade de imaginação e não na capacidade rígida e dialética de ver o mundo e seus eventos. Por isso, o próprio Einstein, sem conhecer os tipos de pensamentos, acertou ao dizer que para ele a imaginação era mais importante que o conhecimento.
O gênio da física foi um dos cérebros mais brilhantes da humanidade porque usou o pensamento adequado, mas não aplicou esse pensamento para decifrar o Código da Resiliência e do altruísmo na relação com seu próprio filho portador de psicose. Por isso o abandonou.”
Seria aplicável, nesse caso, o dito popular: “Santo de casa não faz milagres?!”
Grande abraço e até a próxima!